1º Episódio - NEGRA DANDARA
Miguxas, clientches e babados...sumi por um tempo, pois casei com um italiano cheio de aqué. Ele é gostoso, sarado e mala odara porque não to morta tá meu béin! A linha passiva só faço se tiver muito aqué e se o bofe for “boy magia”...atóron o perigon delen.
A minha vida deu um giro de 180° porque se fosse de 360° moazinha aqui tinha voltado pro ponto de partidan néan?
De tanto ver as novelas no vale a pena ver de novo e do canal VIVA (sou fina tenho sky HD) viciei nessa bustenga e trago pra vocês em 1ª mão a mais nova série da net: “Casos do Acaso”. O bafão corre solto, o babado é certíssimo e o baile rola solto!
Como eu Denachelle Fontenelle sou uma moça de família vou logo avisando: PROIBIDO PARA MENORES DE 18 anos e PERMITIDO PRA MAIORES DE 18, 19, 20...25 cms! A lôka!
COM VOCÊS AS PALAVRAS DO AUTOR:
A série conta de forma aleatória, histórias dramáticas e impregnadas com humor negro.
Pessoas comuns com problemas e dilemas inimagináveis.
Nem tudo são flores, nem tudo é fantasia, nem tudo acontece no Leblon e nem toda protagonista se chama Helena!
Na vida de alguns, o buraco é mais embaixo. Beeem mais embaixo.
CASOS DO ACASO - TEMPORADA 1
1º Episódio: NEGRA DANDARA
Dandara é surpreendida pela filha que quer saber qual é a profissão da mãe.
Get Real (Saindo do Armário)
O adolescente Steven Carter (Ben Silverstone), que gosta de ouvir música e vive no computador, apaixona-se pelo atleta mais cobiçado pelas garotas da escola onde estuda. Como acontece com muitos adolescentes, aos 16 anos, ele tem dificuldade em entender e assumir a sua sexualidade. Como uma versão inglesa das comédias de adolescentes de John Hughes dos anos 80, o filme conta a história de Steven, cuja melhor amiga é a extrovertida vizinha Linda (Charlotte Brittain) uma gordinha que tem baixo estima a qual é a única quem sabe que ele é gay e que tem uma forte atração pelo atleta e também colega da escola John Dixon (Brad Gordon). Linda critica muito as idas do amigo a banheiros públicos do parque atrás de um grande amor.
Steven mora com os pais, uma mãe submissa e um pai austero, mas ambos não sabem da orientação sexual do filho. Na escola, por sua timidez, Steven é constantemente alvo de brincadeiras humilhantes pelos garotos mais atléticos, o que não é novidade em filmes que a história ocorre em ambiente escolar.
O filme retrata a realidade. Isso realmente acontece. Às vezes o "machão" da escola nem é tão machão assim, e mesmo já sabendo sobre a própria sexualidade, ele pode escolher namorar uma garota e viver uma mentira. Grande parte dos homossexuais vive "dentro do armário". Essas "relações de banheiro" existem mesmo, pelo fato de gays não poderem paquerar em público, como qualquer hétero faz.
O Bebê de Rosemary
Baseado no livro de grande sucesso de Ira Levin, a história é simples e apavorante: jovem recém-casada, Rosemary (Mia Farrow), muda-se com seu marido, Guy (John Cassavetes), um ator desempregado, para um edifício soturno (Dakota) em Nova Iorque. Logo, ela começa a desconfiar que seu marido está envolvido com magia negra (junto com os vizinhos, um "simpático" casal de velhinhos) e, em troca do sucesso, quer entregar seu filho para rituais macabros. O filme, então, narra a luta de Rosemary para manter a criança longe de seus perseguidores, reservando-lhe uma trágica surpresa: seu filho não era de Guy, mas sim do Demônio.
O filme tornou-se uma obra-prima do terror psicológico, apesar de apresentar momentos fortíssimos, como as impressionantes cenas do Demônio transando com Rosemary; a fragilidade dela sofrendo de inexplicáveis dores de gestação; o clima de perseguição que a faz ficar paranóica; e o final chocante (Rosemary, com uma faca, invade o apartamento do lado, descobre a real natureza de seu filho - Polanski acrescentou vários fotogramas da "criança", destacando os olhos horripilantes - e aceita ser sua mãe), entre outras. Tais cenas provocaram polêmica - a Igreja Católica classificou o filme como "blasfemo", assim como outras religiões, que procuraram impedir a exibição do filme - e grande sucesso de bilheteria. O filme e o livro abriram uma série de trabalhos sobre cultos e demônios na época. Podemos também colocar este filme como o precursor direto dos futuros clássicos O Exorcista (The Exorcist) e A Profecia (The Omem).
E, como todo clássico que se preze, também apresentou suas "maldições": um ano depois do lançamento do filme, a esposa de Roman Polanski, a belíssima atriz Sharon Tate, foi assassinada brutalmente pela "comunidade" liderada por Charles Manson (ele misturava passagens da Bíblia com letras do "Álbum Branco" dos Beatles, num dos episódios mais violentos da década de 60 e que ajudaria a destruir a Contracultura); em 1980, na frente do mesmo edifício Dakota onde o filme foi rodado, o ex-beatle John Lennon foi assassinado. O diabo andou às soltas, sem dúvida.
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